Sua empresa não pode depender de uma pessoa só.
Ajudo empresas a crescer sem deixar o conhecimento preso em poucas mãos.
Do orçamento ao atendimento, da compra ao fechamento do mês: eu entendo as regras, as exceções e as decisões por trás do trabalho e levo para o sistema o que faz sentido.

Quando uma pessoa falta, a sua empresa para.
Não é culpa dela. É que tudo o que ela sabe nunca saiu da cabeça dela. Manual não guarda isso. Sistema guarda.
- O orçamento difícil espera ela voltar.
- O cliente novo espera ela ter tempo.
- Toda dúvida da equipe sobe para a mesma mesa.
- E ninguém fala em voz alta o que acontece se ela for embora.
O que só uma pessoa sabe vira sistema que a empresa inteira usa.
Quase sempre começa por uma destas quatro situações.
As regras e as exceções
Quanto cobrar, quando cabe desconto, o que pode ser aprovado.
Sistema sob medida
As regras moram no sistema, e a exceção não escapa.
A decisão da experiência
Quando comprar, quando pausar, quando aprovar.
Alertas com critério
O sistema avisa na hora certa, com a lógica de quem sabe decidir.
O jeito de atender
O que responder, como orientar, o tom da casa.
Assistente com IA
Responde à equipe com o critério da sua empresa. Quando o caso pede uma pessoa, ele passa.
A rotina que poucos sabem rodar
A planilha, o relatório, o fechamento do mês.
Automação e integração
Os sistemas conversam entre si, e ninguém vira a ponte entre duas telas.
Não importa o ramo. Onde o conhecimento depende de alguém, cabe um sistema. Me conta o seu →
Sou Fellipe Rodrigues Arríghi, engenheiro de software.
“Meu trabalho é enxergar o que está escondido, entender o que ninguém escreveu e dar forma para esse conhecimento ficar na empresa.”

Há 17 anos eu entro em operações de verdade, de lojas a empresas de tecnologia, em diferentes regiões do Brasil. Em quase todas, a dor é a mesma: tem alguém que sabe demais, e a empresa inteira espera por essa pessoa.
Eu não chego com um sistema pronto para empurrar. Sento com quem faz, pergunto até entender como cada decisão é tomada de verdade, e só então construo. Quem conversa com você acompanha o projeto do começo ao fim.
“O objetivo é a sua empresa parar de depender de alguém. Inclusive de mim.”
Eu não cobro pela batida do martelo. Cobro por saber onde bater.
Nem sempre o problema está onde parece. Encontrar o lugar certo muda o que vem depois.
Quatro etapas. Você sempre sabe o que vem a seguir.
Cada etapa termina com alguma coisa nas suas mãos.
A conversa
Você me conta o problema. Eu escuto e pergunto até entender.
O diagnóstico
Eu entro na operação e descubro o que depende de quem, e por onde começar.
A construção
Eu construo o sistema com quem vai usar, testando cada parte na operação real.
O depois
Eu treino a sua equipe até todo mundo usar o sistema com segurança.
O que acontece na primeira conversa.
- Você me conta o problema em duas linhas, pelo formulário ou pelo WhatsApp. Não precisa saber explicar direito: muita gente só descobre qual é o problema falando.
- A gente conversa por vídeo por uns trinta minutos. Com a sua permissão, eu gravo, para não depender da memória de ninguém.
- Eu não empurro nada para você. E não dou preço de improviso.
- Você recebe um documento de uma página com o que eu entendi, a minha leitura do problema e o que eu checaria primeiro. Ele é seu, mesmo que você resolva com outra pessoa.
1O que eu entendi
Todo orçamento fora do padrão passa pela gerente comercial. Quando ela está fora, os pedidos esperam.
2Minha leitura
O gargalo não é ela. São as regras de desconto que só ela conhece, e que nunca foram escritas.
3O que eu checaria primeiro
Quais descontos ela aprova sempre do mesmo jeito. Esses podem ir para o sistema já na primeira etapa.
Poucos projetos por vez, cada um acompanhado de perto.
Me conta o problemaO que eu descobri, e como, é do meu cliente.
Por isso você não vai ver aqui nome de empresa nem o passo a passo de nenhum projeto. Quem me contratou ainda tem essa vantagem, e não vai ser por mim que ele a perde.
É o mesmo cuidado que eu vou ter com a sua empresa.
Faz sentido para a sua empresa?
Quando funciona bem
- Tem uma pessoa, ou um setor, que ninguém substitui
- Convive com um problema que já virou parte da rotina
- Já tentou resolver e não resolveu
- Precisa que funcione todo dia, e não só no dia da apresentação
Quando talvez não funcione
- O único critério de escolha é preço
- O trabalho já está totalmente definido e precisa apenas de execução
- Não há acesso às pessoas que conhecem a operação
O que fazer quando a empresa depende de uma pessoa só?
Primeiro, é preciso descobrir o que realmente depende dessa pessoa: decisões, critérios, exceções, informações ou etapas do trabalho. Nem tudo precisa virar sistema. O que faz sentido é identificar o conhecimento crítico e levar para o sistema aquilo que a equipe precisa conseguir usar sem depender sempre da mesma pessoa.
Como saber se a minha empresa precisa de um sistema sob medida?
Quando o problema não cabe bem nas ferramentas que a empresa já usa, ou quando regras, exceções e decisões importantes continuam dependendo de controles paralelos e de pessoas específicas. Antes de construir algo novo, eu verifico se o problema pode ser resolvido com o que já existe, com uma integração ou com uma automação.
Quanto custa e quanto tempo leva?
Depende do que precisa ser feito. Eu não dou preço de improviso: primeiro entendo o problema e, se houver um projeto a fazer, você recebe a proposta com o valor, as etapas, os prazos e a data de início por escrito antes de decidir.
Preciso trocar os sistemas que já uso?
Não necessariamente. Antes de propor uma troca, eu verifico se dá para trabalhar com o que a empresa já usa, integrar sistemas ou automatizar partes do processo. Se uma troca fizer sentido, ela entra na proposta com o motivo explicado.
O que eu aprendi dentro das operações.
Vamos tirar isso
da cabeça de uma pessoa só.
Me conta o problema em duas linhas. Se não valer a pena resolver, eu falo.


