O que costumam me perguntar antes de chamar.
Se a sua dúvida não estiver aqui, é só perguntar. A primeira conversa serve exatamente para isso.
O problema
O que fazer quando a empresa depende de uma pessoa só?
Primeiro, é preciso descobrir o que realmente depende dessa pessoa: decisões, critérios, exceções, informações ou etapas do trabalho. Nem tudo precisa virar sistema. O que faz sentido é identificar o conhecimento crítico e levar para o sistema aquilo que a equipe precisa conseguir usar sem depender sempre da mesma pessoa.
Como saber se a minha empresa precisa de um sistema sob medida?
Quando o problema não cabe bem nas ferramentas que a empresa já usa, ou quando regras, exceções e decisões importantes continuam dependendo de controles paralelos e de pessoas específicas. Antes de construir algo novo, eu verifico se o problema pode ser resolvido com o que já existe, com uma integração ou com uma automação.
Antes de começar
Serve para empresa de qualquer ramo?
Sim. Eu trabalho com empresas de diferentes ramos. O que importa é existir um problema operacional que faça sentido resolver com sistema, automação, integração ou IA.
Minha empresa é pequena. Faz sentido?
O tamanho da empresa não é o principal critério. Faz sentido olhar quando existe um problema recorrente que custa tempo, trava a operação ou deixa conhecimento importante concentrado em poucas pessoas. A primeira conversa serve também para entender se vale a pena resolver isso com tecnologia.
Você atende empresas de outras cidades?
Sim. Atendo a distância, com conversas por vídeo, e presencialmente quando o projeto pede.
Como é a primeira conversa?
Você me conta o problema em duas linhas. Depois a gente conversa por vídeo por uns trinta minutos. Depois da conversa, você recebe um documento de uma página com o que eu entendi, a minha leitura do problema e o que eu checaria primeiro. O documento é seu, mesmo que você resolva com outra pessoa.
Por que a primeira conversa é gravada?
Só com a sua permissão. Eu gravo para não depender da memória de ninguém, nem da minha. É o mesmo princípio do que eu construo.
Posso falar com algum cliente seu?
Não mostro clientes no site. Discrição faz parte do meu trabalho. Se, depois da primeira conversa, você quiser uma referência de verdade, eu falo com um cliente que trabalha comigo há oito anos e peço que ele converse com você.
Preço e prazo
Quanto custa?
Depende do que precisa ser feito. Eu não dou preço de improviso: primeiro entendo o problema e, se houver um projeto a fazer, você recebe a proposta com o valor por escrito antes de decidir.
Quanto tempo leva?
O prazo depende do que precisa ser feito. As etapas, os prazos e a data de início ficam definidos na proposta antes de você decidir seguir com o projeto.
Durante e depois do projeto
Preciso trocar os sistemas que já uso?
Não necessariamente. Antes de propor uma troca, eu verifico se dá para trabalhar com o que a empresa já usa, integrar sistemas ou automatizar partes do processo. Se uma troca fizer sentido, ela entra na proposta com o motivo explicado.
Quem faz o trabalho?
Eu. Conduzo e faço o projeto, do diagnóstico à entrega. Quando alguma parte pede uma habilidade específica, como design visual, eu chamo um especialista. Em projetos grandes, posso trazer outros desenvolvedores, sempre sob a minha coordenação. Quem responde pelo projeto sou eu.
Onde ficam os dados da minha empresa?
Depende do que o projeto precisa. O sistema pode rodar nos computadores da empresa ou na web. Isso é decidido no diagnóstico e fica escrito na proposta, junto com quem tem acesso a quê.
Você usa inteligência artificial em todo projeto?
Não. Eu só coloco inteligência artificial onde ela resolve alguma coisa. Cada sistema é feito para uma empresa, e a inteligência artificial consulta só o que é daquela empresa para responder a equipe dela. O que é de uma empresa nunca é usado para outra.
E se um dia você não estiver no projeto?
Quem fica com o código e como funciona a manutenção é combinado antes de começar, e fica escrito no contrato. Quando o projeto é entregue para a sua equipe seguir sozinha, o código, as credenciais e a documentação ficam com você, e outro profissional consegue continuar. Quando a manutenção fica comigo, ou o sistema é da Arrighi.IO ou nasceu de uma parceria, as regras de continuidade estão no contrato. Em qualquer caso, a documentação e o que a gente registra nas conversas são seus desde o primeiro dia.
Você acompanha depois da entrega?
Dentro do escopo combinado, eu ajusto até ficar redondo, e qualquer defeito no que eu entreguei é responsabilidade minha, sem custo extra. Depois disso, o acompanhamento é combinado caso a caso, e nunca por hora.
Ficou alguma dúvida?
Me conta o problema em duas linhas. Se não valer a pena resolver, eu falo.